Lula, a deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG), Jandira Feghali (PCdoB/RJ), o deputado federal José Nobre Guimarães (PT/Ceará) e o ex-ministro dos esportes Orlando silva (PCdoB-SP), dentre outros.
Patrus compartilhou em sua página pessoal no Facebook algumas fotos do encontro em que aparece com Dilma e os demais, no momento da entrega de uma bandeira do Brasil à ex-presidente, com as assinaturas de seus apoiadores. O deputado fez, ainda, uma provocação ao agora presidente Michel Temer e aos que apoiam o novo governo. "Aqueles que nunca ganhariam no voto, tomam poder com um golpe parlamentar. A democracia prevalece agora na resistência e na luta", diz a publicação de Patrus.
“Eu estive aqui (Palácio da Alvorada) na noite em que Tancredo Neves tomaria posse. O Brasil estava em festa, quando nós tivemos a notícia de que ele estava acometida por problema de saúde e que não tomaria assumiria. É como se eu vivesse o mesmo momento. A nossa democracia, os avanços, foram tirados”, lamentou, emocionada, a deputada Federal Jô Moraes (PCdoB).
Dilma, segundo a deputada federal, saiu da sala em que estavam durante a apresentação dos votos, acompanhada de Luís Inácio Lula da Silva e algumas pessoas mais próximas. Depois, voltou para a companhia daqueles que foram apoiá-la.
Para Jô, o fato de a maioria do Senado ter votado contra o afastamento de Dilma dos cargos públicos é uma forma de os congressistas fazerem mea culpa. “Eles sabem que Dilma não cometeu crime, por isso, votaram a favor dela. Seria um absurdo torna-la inabilitada”, diz.
Por não estar impedida de ocupar cargos públicos, Jô acredita que a ex-presidente voltará aos holofotes em breve. “Creio que ela vá continuar como uma figura pública. Da outra vez, Getúlio Vargas deu um tiro na cabeça. João Goulart fugiu do país. Mas Dilma foi ao tribunal enfrentar aqueles que a acusavam, olho no olho. E não titubeou, porque ela tem convicção da legalidade da sua atuação”, defende. (*Colaborou Mariana Durães)
