Balança tem superávit de US$ 1,488 bilhão na 1ª e 2ª semanas de julho

Estadão Conteúdo
Publicado em 11/07/2016 às 16:33.Atualizado em 16/11/2021 às 04:15.
Proposta de Zequinha dá uma resposta a barreiras comerciais impostas pela União Europeia  (SEDE/Divulgação)
Proposta de Zequinha dá uma resposta a barreiras comerciais impostas pela União Europeia (SEDE/Divulgação)

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços informou nesta segunda-feira, 11, que a balança comercial das duas primeiras semanas de julho (de 1º a 10) registrou superávit de US$ 1,488 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,975 bilhões e importações de US$ 3,487 bilhões. No acumulado do ano, o resultado também é positivo, com superávit de US$ 25,140 bilhões, fruto de exportações de US$ 95,228 bilhões e importações de US$ 70,088 bilhões.

Segundo a pasta, o resultado positivo do mês é reflexo das exportações, que registraram média mensal de (US$ 805,8 milhões) e crescimento de 2,9% ante o mesmo mês do ano passado. O ministério destacou ainda o aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (+17,4%), de US$ 103,8 milhões para US$ 121,8 milhões - em função, principalmente, de ferro fundido, açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, catodos de cobre, celulose, couros e peles - e de básicos (+8,4%), de US$ 392,3 milhões para US$ 425,4 milhões - por conta, em especial, de petróleo em bruto, minério de cobre, farelo de soja, fumo em folhas, carne suína, soja em grãos.

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Por outro lado, houve queda nas vendas de produtos manufaturados (-8,2%), de US$ 290,8 milhões para US$ 266,9 milhões, por conta de aviões, motores e geradores elétricos, autopeças, veículos de carga, automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio.

Em comparação com o mês passado, as exportações registraram um aumento de 8,9%, em virtude do acréscimo nas vendas de produtos básicos (+19,7%), de US$ 355,5 milhões para US$ 425,4 milhões, e de semimanufaturados (+9,7%), de US$ 111,1 milhões para US$ 121,8 milhões. Na mesma base de comparação, caíram as exportações de manufaturados (-3,7%), de US$ 277,1 milhões para US$ 266,9 milhões.

Nas importações, a média diária até a segunda semana de julho foi de US$ 581,1 milhões e ficou 17,2% abaixo da média de julho do ano passado (US$ 702,0 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (-35,7%), veículos automóveis e partes (-33,4%), adubos e fertilizantes (-31,0%), farmacêuticos (-28,2%), combustíveis e lubrificantes (-27,4%). Ante junho de 2016, registrou-se crescimento de 0,1%, pelos aumentos em aeronaves e peças (+205,3%), siderúrgicos (+29,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+14,5%) e combustíveis e lubrificantes (+11,2%).

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