
Em 14 de setembro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Cruzeiro do Sul, com sede em São Paulo, e do Banco Prosper, do Rio de Janeiro. O Cruzeiro do Sul já vinha sendo investigado por fraude e funcionava sob Regime de Administração Especial Temporária (Raet) desde 4 de junho. O ex-dono do banco, Luis Octavio Indio da Costa, chegou a ser preso por alguns dias, mas foi liberado por um habeas corpus. Outras 17 pessoas são investigadas por fraude contra o sistema financeiro.