
Os moradores de Belo Horizonte pretendem investir mais nas compras para o Dia dos Pais em 2026. Segundo levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), divulgado nesta terça-feira (21), os consumidores estimam desembolsar R$ 262,20 no presente para a data, celebrada em 9 de agosto. O valor representa uma alta de 15,6% em relação ao ano passado, quando a intenção de gasto ficou em R$ 226,77.
Do total de entrevistados, 39% afirmaram que pretendem presentear. Entre os consumidores que compraram no ano anterior, 46% disseram que vão investir um valor maior em 2026, 41,3% pretendem manter o mesmo montante e 7,9% estimam gastar menos.
Roupas lideram intenções de compra
Os itens de uso pessoal concentram a maior parte dos investimentos no comércio da capital mineira:
- Roupas: 35,8%
- Calçados: 16,8%
- Cosméticos: 15,8%
- Acessórios (óculos, relógios, cintos e carteiras): 7,4%
- Eletrônicos: 4,2%
Os pais lideram a lista de presenteados, sendo citados por 67,9% dos entrevistados, seguidos por maridos (23,1%), avôs (5,1%), irmãos (5,1%) e filhos (3,8%). Entre os 58% que não pretendem comprar lembranças, a ausência da figura paterna foi apontada por 69% como o motivo principal.
Além das compras, 36,5% dos consumidores planejam reuniões sociais para marcar a data, com preferência para almoço em família na própria residência (79,5%) e ida a restaurantes (15,1%).
Lojas físicas e Pix
O comércio presencial deve receber a maior fatia das compras. Cerca de 74,4% dos entrevistados pretendem utilizar estabelecimentos físicos, sendo que 59% pretendem comprar exclusivamente em lojas presenciais e 15,4% planejam combinar o formato presencial com o e-commerce. Shoppings e lojas de rua empatam com 31,2% da preferência.
No pagamento, a quitação à vista será a opção de 60% dos consumidores, com o Pix liderando essa modalidade (30,8%). Para os 40% que pretendem parcelar o investimento, o prazo médio será de até três vezes.
A movimentação no comércio deve se intensificar na semana que antecede a data, impulsionada por consumidores que alegam falta de tempo (27,9%) ou o costume de realizar as compras na última hora (27,9%).