Ministra de Lula

Em Davos, Esther Dweck defende integração da América Latina

Alinhamento poderia ampliar potencial de crescimento econômico

Do HOJE EM DIA*
Publicado em 21/01/2026 às 16:35.Atualizado em 21/01/2026 às 17:31.
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, participa do painel “Breaking Latin America’s Growth Ceiling” (“Rompendo o teto de crescimento da América Latina”, em tradução para o português), realizado durante o Fórum Econômico Mundial. (Fórum Econômico Mundial/Divulgação)
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, participa do painel “Breaking Latin America’s Growth Ceiling” (“Rompendo o teto de crescimento da América Latina”, em tradução para o português), realizado durante o Fórum Econômico Mundial. (Fórum Econômico Mundial/Divulgação)

Única representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, participou nesta quarta-feira (21) do painel “Superando o teto de crescimento da América Latina”.

O objetivo foi debater as mudanças em curso nas políticas econômicas na região e entender como a economia, estagnada em torno de 2%, pode alcançar um crescimento significativo. Para a ministra, a integração latino-americana é o caminho para impulsionar o padrão de crescimento da região.

“A América Latina é uma das regiões menos integradas do mundo. Do ponto de vista do potencial interno de crescimento, eu destacaria três frentes em que a integração regional é essencial: infraestrutura, integração produtiva, com cadeias regionais de valor mais articuladas, e integração de políticas sociais, que também poderia gerar ganhos relevantes de escala e eficiência”, defendeu, segundo texto divulgado pelo MGI. 

Tarifas impostas pelos Estados Unidos

A ministra Esther Dweck ressaltou o crescimento do Brasil, nos últimos três anos e destacou a diplomacia do governo para reverter a situação das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao país, no ano passado. Segundo ela, alguns setores ainda sofrem os impactos da sobretaxa, reforçando o papel importante do governo na reversão parcial das tarifas.

Dweck também lembrou do papel do governo brasileiro na negociação do acordo do Mercosul e União Europeia, assinado recentemente, após 25 anos de negociações.  

O Fórum Econômico Mundial ocorre há 55 anos e reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. Neste ano, o tema do evento é “Um Espírito de Diálogo”, com o objetivo de promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações. 

* Com informações da Agência Brasil

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