Veja condições

Empreendedores turísticos prejudicados pelas chuvas em Minas terão crédito facilitado

Benefícios envolvem a suspensão temporária de pagamentos e a extensão dos prazos de carência de financiamentos por meio do Fundo Geral de Turismo

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 21/03/2026 às 13:02.Atualizado em 21/03/2026 às 14:19.
Medida visa amparar setor turístico em municípios afetados pelos desastres climáticos (Bombeiros / Divulgação)
Medida visa amparar setor turístico em municípios afetados pelos desastres climáticos (Bombeiros / Divulgação)

Empreendedores turísticos afetados pelas chuvas em Minas poderão renegociar contratos em curso, podendo estender períodos de carência, e suspender por até seis meses os pagamentos de novas operações. A medida, publicada no Diário Oficial da União, facilita essas e outras condições de financiamento via Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur).

A lista de beneficiários envolve meios de hospedagem, bares, restaurantes, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos. Confira aqui a lista dos agentes financeiros credenciados.

As medidas contemplam negócios de municípios mineiros em situação de emergência e estado de calamidade pública declarados por portarias do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e respectivos decretos executivos estaduais e municipais.

O prazo de aplicação das condições especiais seguirá a vigência dos estados de emergência e calamidade.

O valor financiado e a remuneração do agente financeiro serão capitalizados durante o período de suspensão, devendo o pagamento integral do débito ser realizado conforme o prazo total de cada linha de financiamento.

Os interessados em acessar o Fungetur, que contempla preferencialmente micro, pequenas e médias empresas, devem estar regularmente inscritos no Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos)

O Fundo proporciona o acesso a financiamentos de até R$ 15 milhões, com juros reduzidos (em torno de 8,36% ao ano), prazos longos e carência que pode chegar a cinco anos, a depender da modalidade da linha de crédito.

“O Ministério do Turismo participa desse grande suporte federal, facilitando as condições para que empreendedores turísticos mantenham seus negócios, os empregos que geram e estejam preparados para a retomada das atividades”, disse o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

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