
A recente pressão e a mobilização da sociedade para o pagamento dos royalties dos minérios mostra a real importância desta atividade econômica não só em termos econômicos, mas também na formação sócio-cultural do mineiro.
Uma destas evidências é o significativo número de visitas registrado pelo Museu das Minas e do Metal, em pouco mais de dois anos: 120 mil pessoas. Os números contabilizam visitas de junho de 2010 a junho de 2012 e foram divulgados pela diretora do Museu, Helena Mourão Loureiro.
"A tecnologia, a interatividade e a humanização do MMM por meio de personagens são grandes aliados na aproximação do Museu com o público jovem.Isso contribuiu para dar alma ao Museu", resume a diretora.
O Museu das Minas e do Metal ocupa a antiga Secretaria de Educação, também conhecido como "Prédio Rosa", construído em 1897, ano da inauguração da nova capital. O MMM talvez seja um dos mais bem sucedidos exemplos da parceira público-privada.
Além da parte do Governo de Minas, o Grupo EBX, do empresário Eike Batista, injetou R$ 30 milhões, entre implantação e manutenção, sem nenhum tipo de contrapartida fiscal.
É difícil encontrar um cidadão belo-horizontino que não conheça e se orgulhe da Praça da Liberdade. Verdadeiro - apesar do lugar-comum - cartão-postal da capital mineira, desde a mudança das secretarias de Estado para a Cidade Administrativa o local perde, aos poucos a aura oficial e começa ser espaço para o lazer e manifestações culturais. Prova disso é a intensa programação de férias nos museus e espaços culturais que já integram o Circuito Cultural da Praça da Liberdade.
Fruto de uma bem-sucedida parceria entre o Poder Público e a iniciativa privada, o Circuito Cultural é integrado por museus, pela biblioteca pública e pelo imponente Palácio da Liberdade, que inclusive atrai curiosos e estudiosos quando é aberto para visitação aos domingos.
Com a inauguração, em data ainda a ser definida, do Circuito Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte terá opções de cultura e lazer para todos os gostos, idades e bolsos.