ECONOMIA

Navio-plataforma da Petrobras atinge produção máxima no pré-sal

Unidade fica no terceiro maior campo de petróleo da estatal

Agência Brasil
Publicado em 20/08/2026 às 20:40.Atualizado em 20/08/2026 às 20:42.
O navio-plataforma (FPSO) Alexandre de Gusmão, o quinto instalado no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, alcançou o topo de produção, com 180 mil barris de óleo por dia (Petrobras/ Divulgação)
O navio-plataforma (FPSO) Alexandre de Gusmão, o quinto instalado no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, alcançou o topo de produção, com 180 mil barris de óleo por dia (Petrobras/ Divulgação)

O navio-plataforma Alexandre de Gusmão, instalado no Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu seu patamar máximo de produção, com a extração de 180 mil barris de óleo por dia (bpd).

O Campo de Mero, a 180 km da costa do estado do Rio de Janeiro, é o terceiro maior produtor do Brasil, depois de Búzios e Tupi, que também ficam na Bacia de Santos. O campo de produção de óleo e gás é considerado de águas ultraprofundas, com profundidade de 2,1 mil metros. 

Também chamados de FPSO, os navios-plataformas são usados em alto-mar para extrair, processar, guardar e escoar a produção de petróleo e gás de um poço. 

Em texto divulgado pela Petrobras, a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, destaca que “cada unidade que atinge o patamar máximo de produção previsto em projeto, além de contribuir para o resultado da empresa, confirma a superação de grandes desafios técnicos e o acerto das estratégias adotadas".
  
Além do Alexandre de Gusmão, operam no campo de Mero os navios-plataforma Pioneiro de Libra, Guanabara, Sepetiba e Marechal Duque de Caxias.
 
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, descreve que o ativo de Mero teve uma produção média de cerca de 740 mil barris de petróleo por dia (mbpd) no segundo trimestre de 2026, ainda sem o topo do Alexandre de Gusmão.

"O topo da unidade mostra que seguimos uma trajetória firme de aumento da eficiência operacional dos nossos ativos", analisa.

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