
A cerveja oficial do Mundial não poderia ficar de fora da homenagem ao maior espetáculo do futebol. A Budweiser também criou produtos específicos para a Copa do Mundo do Catar. E como no Brasil não há restrições para comercialização da bebida, como acontece no Catar, a Budweiser deve nadar de braçada em terra verde e amarela.
A Ambev, dona da marca, traz de volta a Bud Seleções, garrafas de alumínio de 330ml, em edição especial e limitada. É a primeira vez que o produto é feito no país e deve agradar aos colecionadores. As embalagens especiais trazem as bandeiras das seleções campeãs do mundo: Brasil, Argentina, Alemanha, França, Inglaterra e Espanha. Elas são vendidas a R$ 6,99 cada.
“Somos movidos pela criatividade e inovação. Nosso foco é atender as demandas das pessoas e gerar conexão com cada consumidor de forma única, estabelecendo uma relação muito forte com nossos fãs. E a Copa do Mundo é o palco perfeito para colocarmos todas as nossas inovações em campo", afirma Gustavo Castro, diretor de inovações da Ambev.
Mas as novidades não param por aí. O churrasco da turma em dia de jogo pode ser regado a Big Bud, que é um barril de 5 litros da Budweiser, perfeito para dividir com os amigos - custa R$ 79,90. Além disso, os apaixonados pela cerveja poderão ter o AluCups - copos de alumínio da Budweiser.
Mercado
A previsão otimista do setor cervejeiro no país é um bom sinal também para os bares e restaurantes. O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) aposta que as vendas dos produtos voltam, ainda neste ano, a se concentrar nos estabelecimentos.
Antes da pandemia, esse segmento, conhecido como on-trade, era responsável por 62% do comércio de cervejas no país contra 38% de supermercados, hipermercados e mercearias (off-trade). Com as medidas de restrição, isso ficou mais equiparado. Bares e restaurantes venderam 59% ou 8,4 bilhões de litros, e os mercados comercializam, para o consumo em casa, 41% ou 5,9 bilhões de litros.
A Copa do Mundo também impulsiona a indústria de latinhas. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), a expectativa é a de aumento de 20% no consumo de bebidas nesse tipo de recipiente. Eles apontam ainda que o brasileiro está acostumado com os rótulos que se diferenciam nesse período, trazendo campanhas, imagens e símbolos do Brasil.
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