
A companhia uruguaia Pluna informou no dia 6 julho a suspensão de todos os seus voos por tempo indeterminando, deixando os passageiros no chão. Em agosto, a empresa teve seus bens bloqueados pela Justiça brasileira como garantia do cumprimento dos direitos dos usuários e ficou ameaçada de perder sua autorização para operar no Brasil caso não prestasse a assistência adequada aos passageiros afetados.