
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), sancionou nesta quinta-feira (15) a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2026. O texto, publicado no Diário do Executivo, estima uma receita de R$ 141,7 bilhões contra uma despesa fixada em R$ 146,9 bilhões. O resultado projeta um déficit orçamentário de aproximadamente R$ 5,2 bilhões para o estado.
Na comparação com o orçamento de 2025, houve um crescimento de 10,6% na arrecadação e de 7,1% nos gastos previstos. No ano passado, a receita total era de R$ 128,9 bilhões, enquanto as despesas somavam R$ 137,5 bilhões.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) permanece como a principal fonte de recursos mineira, com previsão de alta de 10,3%, alcançando R$ 93,4 bilhões.
Aprovado pela Assembleia Legislativa em dezembro de 2025, o orçamento revela que a maior fatia dos gastos está concentrada na folha de pagamento. As despesas com pessoal correspondem a 54,7% do total orçado. Segundo o parecer da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária, o governo estadual deve continuar operando acima dos limites de gastos estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
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