“300 – A Ascensão do Império” repete a bela fotografia do filme que “inaugurou” a franquia em 2007

Maristela Bretas - Hoje em Dia
Publicado em 07/03/2014 às 08:55.Atualizado em 20/11/2021 às 16:29.
 (Divulgação)
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A superprodução “300 – A Ascensão do Império” estreia, nesta sexta-feira (7), nos cinemas de Belo Horizonte (confira roteiro), trazendo de volta o brasileiro Rodrigo Santoro entre os papeis principais. Quem assistiu ao primeiro filme da franquia não ficará surpreso com a carnificina em tons monocromáticos para realçar o vermelho do sangue nessa continuação.

A história deixa as batalhas campais e ganha as águas do Mar Egeu. Ela começa do ponto onde “300”, seu antecessor de 2007, parou, mas volta no tempo e conta como começou toda a matança que acabou na morte do rei Leônidas, de Esparta, e de seus 300 guerreiros pelo exército persa. O herói da vez é um ateniense, Temístocles (interpretado por Sullivan Stapleton), que tem como sua maior inimiga a comandante e conselheira do rei Xerxes (vivida pela bela Eva Green). Ela é uma grega cruel, sanguinária, que sofreu nas mãos de seu povo e, acolhida pelos persas, quer somente a vingança contra seu antigo império.

Santoro ganha um pouco mais de destaque nesta nova produção da Warner Bros Pictures, em parceria com a Legendary Pictures; Mas continua sendo dublado em inglês – por sinal, com uma voz muito mais bonita e convincente. Mas, tirando o fato de que ele interpreta o rei Xerxes, da Pérsia, que se acha deus, mudou pouco sua importância na trama.
 

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