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No capítulo denominado "Deus Mãe", Anitta uniu duas canções em uma única produção. Enquanto Marina Sena atua em "Mandinga", a homenagem à orixá Nanã Buruquê foi realizada ao lado de KING Saints.
Nas músicas, Anitta retoma raízes de tradições e religiosidades afro-brasileiras, sem deixar o funk. "Mandinga" é inspirada e traz sample de Vinicius de Moraes.
A cantora explica que o clipe e a sonoridade das canções representam duas fases da artista enquanto mulher na sociedade. Nas primeiras cenas, em "Mandinga", Anitta se prende à sensualidade e às amarras do patriarcado. Já ao lado de Marina Sena, a carioca quebra a mandinga de Ossanha e passa a recitar uma letra mais independente.
No desfecho, Anitta cria, ao lado de Papatinho, o funk do ponto de Nanã, com a participação de Rincon Sapiência e KING Saints. A cantora afirma que a faixa entrou no disco para representar a "mãe". "A gente fala de Deus, e, para o mundo inteiro, a gente tem um Deus Pai. O Pai é o criador. Mas e a mãe? Quem é a nossa mãe? [...] E Nanã é essa orixá que simboliza a criação do ser humano a partir do barro".
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