Foi aberto pela Polícia Civil do Piauí, na terça-feira (20), um inquérito para investigar o pagodeiro Belo e outras sete pessoas de sua equipe por estelionato e formação de quadrilha. A informação é do site "G1".
O grupo é suspeito de aplicar um golpe na empresa Táxi Aéreo Poty, segundo o delegado Ademar da Silva Canabrava, do 12º Distrito Policial de Teresina.
"Belo e sua equipe teriam fretado quatro aeronaves de pequeno porte para levá-los de Teresina para Recife, onde iriam fazer um show, e teriam pago o frete com três cheques no valor de R$ 29 mil cada, totalizando R$ 87 mil. Segundo o dono da empresa, o cantor teria sustado todos os cheques antes que fossem efetuados os pagamentos para a empresa", disse Canabrava em entrevista ao site.
De acordo com Eduardo Carbelli, produtor do cantor, Belo não possui cheques e não foi informado sobre o inquérito até o momento.
A polícia do Rio de Janeiro foi informada sobre o fato, para que possa prestar auxílio no inquérito.
"O José Alfredo, assessor do cantor que fretou as aeronaves, assinou um termo de confissão de dívidas afirmando que iria pagar e mesmo assim não cumpriu novamente o compromisso", afirmou o advogado da Táxi Aéreo Poty, Rubens Komniske.
Ainda segundo o advogado, a empresa tem tentado contato com José Alfredo, assessor do músico, mas ele não atente as ligações.