Rita Maria

Fã declarada de Roberto Carlos há 66 anos, idosa recebe rosa no Chega o Rei e se emociona

Rita Maria, de 73 anos, acompanha o bloco há quatro anos e diz que Roberto Carlos “é tudo para a minha vida”

Ana Luísa Ribeiro
aribeiro@hojeemdia.com.br
Publicado em 17/02/2026 às 14:40.Atualizado em 17/02/2026 às 15:02.
Rita Maria, de 73 anos, recebe rosa durante desfile do Chega o Rei no bairro João Pinheiro (Ana Luisa Ribeiro)
Rita Maria, de 73 anos, recebe rosa durante desfile do Chega o Rei no bairro João Pinheiro (Ana Luisa Ribeiro)

Entre as dezenas de rosas distribuídas pelo sósia de Roberto Carlos durante o desfile do bloco Chega o Rei, nesta terça-feira (17), no bairro João Pinheiro, uma entrega teve significado especial. Aos 73 anos, Rita Maria Fernandes Marcondes recebeu a última flor das mãos do “Rei” e não conteve a emoção.

Frequentadora do bloco há quatro anos consecutivos, ela carrega uma história antiga com o cantor homenageado pelo cortejo. “Sou fã desde os 7 anos de idade. Eu vou em tudo do Roberto Carlos”, contou.

Uma rosa que faltava

Rita revela que já esteve em inúmeros shows, inclusive em duas edições do tradicional cruzeiro temático do artista. “Eu já fui duas vezes no navio. Eu canto, eu danço… Eu tenho medalha, tenho duas”, disse, orgulhosa.

Apesar da longa trajetória como admiradora, ela conta que nunca conseguiu uma rosa diretamente do cantor. “Eu nunca recebi uma rosa do Roberto, só as pétalas. Porque eu fico muito emocionada, eu choro, fico só olhando para ele”, relatou.

A flor recebida no bloco teve, portanto, um valor simbólico. “Eu tenho um armário cheio com tudo que eu já fui do Roberto Carlos. Todos os shows valeram a pena. É tudo para a minha vida”, afirmou.

Do Rei às rainhas da música brasileira

Criado em 2018 no bairro João Pinheiro, o Chega o Rei nasceu com a proposta de homenagear Roberto Carlos em arranjos carnavalescos que transitam pelo samba, ciranda, maracatu, marchinha, funk e ijexá. Com forte vínculo comunitário, o bloco se consolidou como referência cultural na região Noroeste da capital.

Em 2026, além das canções do Rei, o cortejo presta homenagem às “Rainhas da Música Brasileira”, dedicando parte do repertório a grandes intérpretes e compositoras do país e valorizando também artistas do próprio bairro. A formação mista e inclusiva reforça o caráter popular e comunitário do bloco.

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