Lykke Li, Sky Ferreira, Skrillex e Jack White lançam suas fichas

Patrícia Cassese/Hoje em Dia
Publicado em 21/07/2014 às 09:10.Atualizado em 18/11/2021 às 03:27.
 (Editoria de Arte)
(Editoria de Arte)

John Anthony Gillis está com disco novo. John quem? Melhor dizer Jack White, a cara-metade (junto à ex-mulher Meg) do extinto White Stripes, que saiu de Detroit para fazer história na cena pop contemporânea. “Lazaretto” é o nome da nova investida do moço, sucedendo “Blunderbuss” (2012), primeiro trabalho da carreira solo.


Sim, tudo pronto para celebrar mais um tiro certeiro – basta ouvir pepitas como “Temporary Ground”, estupendo dueto com a violinista Lillie Mae Rischie. Outra faixa digna de ser saboreada é “Alone in My Home”. Cereja do bolo: o disco foi lançado em formato vinil e alcançou a maior marca de vendas deste formato desde 1991 – 40 mil cópias.


“Lazaretto se junta a uma série de lançamentos, que abarca também “Recess”, de Sonny John Monroe, ou melhor, Skrillex. Um ET sorridente ilustra a capa do disco de 46 minutos que traz tantas participações que ficaria difícil listá-las em curto espaço – um exemplo, Ragga Twins. Nascido em Boston, e aplicado na escola do dubstep, o rapaz de 26 anos estreia bem na indústria fonográfica.


Outro debute é o de Sky Tonia Ferreira – sim, o sobrenome entrega, ascendência portuguesa e brasileira. Após dois EPs que ecoaram bem nos ouvidos ávidos por novidades, a também atriz, de 22 anos, se arrisca no disco “cheio”.

 

“Love in Stereo” é uma das apostas. Sobre Sky, uma curiosidade e uma saia-justa. A curiosidade: sua família era amiga de sempre de Michael Jackson. A saia-justa? Em recente passagem pelo Brasil, o apresentador Danilo Gentile achou por bem perguntar se as pessoas estavam “adorando” o trabalho de Sky por mérito do próprio ou pela capa, que, bem, traz ela com os seios à mostra, no chuveiro. Dispensável dizer que repercutiu super mal na imprensa internacional.


Completa essa pequena amostragem do que há de novo na praça o CD “I Never Learn”, da sueca Lykke Li. Sim, você a conhece, mesmo que não seja assim, tão enfronhado na cena indie. Lykke é o nome por trás do sucesso “I Follow Rivers”, música contagiante (= a ótima) que entrou também para a trilha de “Azul é Cor Mais Quente”.


Aos 28 anos, Timotej Zachrisson adotou o nome de Lykke Li para militar na cena indie rock. O disco novo – seu terceiro de carreira – tem destaques como “No Rest For The Wicked”, de abertura pianística, ou “Love Me Like I’m Not Made of Stone”. E, ainda, “Heart of Steel”.

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