Com um refrão daqueles que grudam na cabeça, a música “Depois da Briga”, da dupla Maria Cecília & Rodolfo já soma quase 30 milhões de visualizações no YouTube. O sucesso integra o recém lançado DVD “Em Fases” (Universal Music), no qual o casal canta as diferentes fases de um relacionamento.
Dividido em quatro momentos – conquista, paixão, desentendimento e amor –, o cenário do show acompanha as temáticas proposta pelos artistas. “Como somos o único casal na música sertaneja, pensamos: por que não fazer um DVD falando sobre as etapas de um relacionamento?”, diz Maria Cecília.
Parceiros na música e na vida, eles esperam o primeiro filho, Pedro. E brincam que já estão na quinta fase da relação. “Essa não entrou no DVD, que é a etapa dos filhos”, se diverte a cantora.
Quarto álbum de inéditas da dupla, “Em Fases” traz 23 músicas inéditas, sendo cinco delas composta por Rodolfo e outras três por Maria Cecília. Faixas como “Dói Só de Pensar”, “Apenas me Ama”, “Seria”, “É Fogo” e “Conversa Fiada” são promessas de hits nas rádios.<EM><EM>
Convidados
A gravação do álbum ganhou um tempero a mais com a presença de convidados como Michel Teló, Fred Liel e a youtuber Gabi Luthai. “Foram escolhas naturais. Teló é um grande amigo. O Fred, um irmão. E eu divido os vocais com a Gabi. É um momento de mostrar a força da mulher”, assegura a cantora, se referindo à música “Doida”, na qual apostou no estilo reggaeton. “Nós sempre pesquisamos novos estilos. Isso enriquece o nosso som”, acredita.
A dupla segue com a turnê “Em Fases” até o final de março. Faz uma pausa para a chegada do primogênito e retorna aos palcos em meados de junho.
Até o final do ano, eles pretendem gravar um DVD em comemoração aos 10 anos de carreira, reunindo os maiores sucessos, como “Você de Volta” e “Coisas Exotéricas”. “A gente leva pedrada se não cantar”, brinca Maria Cecília.
“Olhando para tudo, vemos que essas músicas ainda têm a mesmo força de 10 anos atrás. Isso é gratificante”, pontua a cantora.
Mesmo que a música tenha se renovado, os fãs ainda pedem as antigas. “Nunca quisemos fazer música para ser passageira ou modinha”, explica.