
As férias de janeiro são um ótimo período para fazer uma viagem bacana e conhecer lugares charmosos que enriquecem a cultura. Uma boa opção para os mochileiros de plantão é visitar as cidades históricas de Minas, as vizinhas Ouro Preto e Mariana, cidades mundialmente conhecidas e que fazem parte do Ciclo do Ouro.
Quem estiver em Ouro Preto não pode deixar de conhecer o Museu do Oratório, um dos principais museus de arte sacra do país. A instituição apresenta uma coleção única em todo o mundo – de 123 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII ao XX.
O acervo representa um pouco da história da religiosidade de Minas Gerais e é frequentemente pesquisado por estudantes de história e museologia. As peças estão expostas em três pavimentos, subdivididas pela tipologia dos oratórios – eruditos e de referência artística, populares e itinerantes.
O Museu do Oratório funciona diariamente, das 9h30 às 17h30, na Casa Capitular da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo (Adro do Carmo, 28). Ingressos a R$ 4,00 – estudantes com comprovação pagam meia-entrada e para ouro-pretanos a entrada é gratuita.
Igrejas centenárias
Além do Museu do Oratório, Ouro Preto tem muito mais a oferecer em termos de turismo religioso.
Estas são as igrejas mais importantes e que, se você não conhece, tem que conhecer em sua visita a Ouro Preto: Matriz de N. Sra. do Pilar (1711/1733), mais rica igreja em Ouro de Minas Gerais, com 343 quilos do minério nas talhas da nave e da capela-mor; São Francisco de Assis (1765/1769), projeto do Aleijadinho, com pinturas de Mestre Athayde; N. Sra. do Rosário dos Pretos (1765), de arquitetura barroca rara, com linhas curvas e planta em forma de elipse; Matriz de N. Sra. da Conceição (1727/1760); N. Sra. do Carmo (1766); igreja do Padre Faria ou N. Sra. do Rosário dos Brancos (1701/1704) e Matriz de N. Sra. de Nazaré (1725/1755).