Amistoso da seleção deve ser"jogo-teste" para o Mineirão

Alexandre Simões e Bruno Moreno - Do Hoje em Dia
Publicado em 15/09/2012 às 14:57.Atualizado em 22/11/2021 às 01:19.
 (Foto: Secopa/Divulgação)
(Foto: Secopa/Divulgação)

A visita do presidente da CBF, José Maria Marin, aos dois estádios de Belo Horizonte na próxima segunda-feira é muito mais do que uma cordialidade. A intenção do Governo de Minas é acertar com o dirigente um amistoso da Seleção Brasileira no Mineirão, provavelmente em março do ano que vem.

Antes da Copa das Confederações, que será disputada entre 15 e 30 de junho de 2013, o Mineirão precisa de um evento-teste.

A arena, com certeza, receberá pelo menos um clássico entre Atlético e Cruzeiro antes do torneio, mas é um jogo de característica diferente.

O primeiro jogo do Brasil em 2013 será em 6 de fevereiro, contra a Inglaterra, em Wembley. No mês seguinte, duas Datas Fifa, 22 e 26 de março, devem ser usadas para testar estádios da Copa das Confederações.

A tendência é que os amistosos aconteçam no Mineirão e Castelão, em Fortaleza. O Estádio Nacional, em Brasília, seria uma terceira opção.

Em 6 de junho, o Brasil encara a Inglaterra, no Maracanã. No dia 11, faz outro amistoso, que também deve ser disputado em um estádio da Copa das Confederações.

O Governo de Minas tinha praticamente acertado com o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, um amistoso da Seleção para inaugurar o Independência, no final de fevereiro deste ano.

Só que o estádio não ficou pronto a tempo. Com a renúncia do cartola, as relações com a entidade esfriaram.

SOLUÇÃO CASEIRA

Após o rompimento com a portuguesa Lusoarenas, há duas semanas, a Minas Arena – consórcio de empreiteiras que reforma o Mineirão e o administrará até 2037 – anunciou ontem que adotará uma solução caseira.

Como o Hoje em Dia adiantou em 1º de setembro, a Minas Arena negociava com a Pepira Empreendimentos, que faz a gestão do Engenhão.

O contrato não foi fechado, mas o consórcio contratou dois consultores que atuam no negócio: Sergio Landau e Carlos Cotta.

A Lusoarenas, que faria a gestão do Mineirão pelos próximos cinco anos, irá acionar a Justiça para poder voltar ao negócio, já que foi recusada pela Minas Arena, sem ter sido notificada do motivo.

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