Após retirar ação na justiça, Giovanni Augusto vira peça importante para o Brasileiro

Gláucio Castro - Hoje em Dia
Publicado em 07/05/2015 às 07:11.Atualizado em 16/11/2021 às 23:55.
 (Carlos Henrique)
(Carlos Henrique)

Quando chegou ao Atlético pela primeira vez, em 2009, o armador Giovanni Augusto era uma das promessas da Cidade do Galo. Paraense como Paulo Henrique Ganso, ele recebeu vários elogios do camisa 10 do São Paulo, que na época vivia o auge no Santos. Mas, uma vida desregrada fora das quatro linhas acabou comprometendo a promissora carreira.

De contrato renovado e em um momento bem mais tranquilo na vida, principalmente após o nascimento do primeiro filho, o jogador pode ser uma peça-chave para o técnico Levir Culpi ao longo do Campeonato Brasileiro, que começa neste fim de semana.

Após o duelo de ida das oitavas da Copa Libertadores nessa quarta-feira (6), o foco momentâneo do Atlético se volta para a mais importante disputa nacional, que o Galo só levantou a taça em 1971. Sábado, às 18h30, o equipe mineira enfrenta o Palmeiras, em São Paulo, na abertura da competição.

Na final do Campeonato Mineiro contra a Caldense, na semana passada, Giovanni entrou no segundo tempo e deixou uma ótima impressão para os torcedores. Era tudo que ele precisava para ganhar mais confiança neste recomeço no Galo e dar o primeiro passo para ganhar o carinho da Massa.

“Estou muito tranquilo. Jogador quando passa por um clube tem que conquistar títulos para ter o carinho do torcedor. Comecei bem, sendo campeão mineiro. Dentro de campo vou mostrar vontade e qualidade. Se isso acontecer, sei que eles vão me apoiar”, diz Giovanni.

A renovação do contrato até 2018 só foi possível depois que Giovanni decidiu retirar uma ação na Justiça, que movia contra o alvinegro, cobrando o desligamento do clube de Lourdes antes do vencimento do antigo vínculo, que ia até dezembro próximo. “Graças a Deus consegui dar a volta por cima. Sei da responsabilidade de vestir essa camisa, sei o quanto quero estar aqui. Sinto preparado e quero dar sequência e ser feliz”.

Depois que saiu do Atlético durante a temporada de 2009, Giovanni rodou por vários clubes menores do país. Até o retorno ao CT de Vespasiano, ele vestiu a camisa do Náutico, Grêmio Barueri, Criciúma, ABC e Figueirense, onde foi muito bem.
 

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