Atlético prega seriedade para despachar São Paulo da Libertadores

Felipe Torres - Hoje em Dia
Publicado em 16/04/2013 às 08:03.Atualizado em 21/11/2021 às 02:51.
 (Carlos Roberto)
(Carlos Roberto)

O Atlético sabe que precisa “cortar o mal pela raiz”. Por isso, encara o São Paulo, na quarta-feira (17), às 22h, com o objetivo de facilitar seu caminho na Copa Libertadores. Caso segure o tricolor paulista na sexta – e última – rodada do Grupo 3, no Morumbi, o eliminará do torneio e evitará um novo choque já nas oitavas de final.

Os são-paulinos pegarão necessariamente o Galo na próxima fase, se vencerem a partida e forem beneficiados por um tropeço do Strongest, que enfrenta o Arsenal, na Argentina, também na quarta à noite.

O técnico Cuca e seus comandados garantem não escolher adversário, mas não escondem que é muito arriscado cruzar com um “gigante” brasileiro logo na primeira fase do mata-mata.

“Fui campeão lá, em 2005, e sei como é. O ideal seria ‘matá-los’, eliminar um concorrente de peso do Brasil. Se o São Paulo se classificar, virá mais forte”, avisa Diego Tardelli, revelado no Morumbi.

O atacante, que retorna ao time após 13 dias se recuperando de um problema na coxa direita, ressalta a tradição dos paulistas na Libertadores, e lembra que o clube costuma “crescer no mata-mata”. “Jadson e Luis Fabiano (suspensos amanhã) ainda ficarão à disposição”, lembra Tardelli.

Leandro Donizete deixou o treino de segunda-feira (15) com uma entorse no tornozelo esquerdo e foi substituído por Serginho, mas não preocupara para o jogo na capital paulista.

Indigesto

Na última edição que participou do torneio, em 2010, o São Paulo despachou o Cruzeiro, nas quartas, com duas vitórias, caindo apenas na semi, para o Internacional.

Outros motivos também vão fazer o Galo tentar “guilhotinar” o rival, do conhecido treinador Ney Franco, ex-Cruzeiro e Ipatinga. Na campanha do Brasileirão no ano passado, os paulistas foram os únicos a derrubar o Atlético no primeiro turno, com um triunfo no Morumbi.

Além disso, o alvinegro conseguiu uma vitória apertada, por 2 a 1, na estreia da Libertadores. No lance final da partida, Paulo Henrique Ganso quase deixou tudo igual. O chute do meia passou a centímetros da meta do goleiro Victor, e assustou todo o Independência.

Para completar, derrotas históricas – como a decisão do Brasileiro de 1977 e as semifinais da Copa do Brasil de 2000 – não saem da memória da Massa. 

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