
Levir Culpi viu um Atlético muito passivo nos primeiros 135 minutos da final do Campeonato Mineiro. Mas no segundo tempo da decisão em Varginha, ele se sentiu iluminado ao promover as mudanças necessárias para o Galo se sagrar campeão mineiro. E a "culpa" foi do ET.
“Acho que foi o ET de Varginha. Eu olhei para o banco para fazer algo diferente”, disse o treinador.
O trio Giovanni Augusto, Thiago Ribeiro e Jô transformou os rumos do jogo contra a Caldense. O treinador do Atlético, na leveza que um título trás, colocou a “culpou” das substituições certeiras no ET, símbolo da cidade mineira.
Giovanni deu mais mobilidade ao ataque do Galo. Thiago Ribeiro e Jô foram os autores dos gols. Os três possuem pouquíssimas participações em 2015, sendo que foi o primeiro jogo do meia-atacante no retorno ao clube que o revelou.
“Achei que tinha que arriscar tudo para ganhar o jogo. Não tem receita nessas situações. É o momento, fui iluminado”, avaliou o comandante técnico.
Um dado curioso é que Thiago Ribeiro fez gol no título do Atlético e comemora de forma dupla, uma vez que é campeão paulista pelo Santos. A equipe paulista venceu o Palmeiras.
Já Giovanni Augusto passou por turbulência extra-campo. Entrou na Justiça do Trabalho contra o Atlético, perdeu a antecipação da tutela que lhe a possibilidade de rescindir contrato e acertar com outro clube. Se arrependeu, pediu desculpas e está pronto para um recomeço.
“Acabei cometendo um erro, como todo mundo sabe. Mas isso é passado. A partir de agora eu tenho uma nova história no Atlético”, afirmou o meia.