
A última lembrança que o torcedor do Atlético tem de Jô comemorando um gol é de abril deste ano, quando o atacante ainda pulava e batia peito com peito em Ronaldinho, na célebre celebração. O jejum de 19 jogos do atacante (representa um turno inteiro do Brasileirão) volta à tona para uma possível mudança tática de Levir Culpi, sem o uso de um centroavante fixo.
Como Diego Tardelli vem afirmando que prefere jogar mais recuado, tendo mais contato com a bola, Carlos seria a escolha mais provável para atuar como “falso 9”.
Se Jô realmente for sacado, André não deve ser a opção, uma vez que o reserva também não está íntimo das redes adversárias.uan ficaria com a titularidade, com Guilherme ou Dátolo no meio e Tardelli no lado esquerdo.
“Ter chances era tudo que eu estava esperando. E com a volta de Tardelli e Dátolo, sigo tendo esperanças de ser titular. Também jogo de centroavante”, afirmou o jovem Carlos.
E, no que depender do discurso de Levir Culpi, mudanças ocorrerão contra o Grêmio, neste domingo (14).
“Vamos mexendo, às vezes é melhor tirar para o jogador respirar devido à fase. Não existe uma receita. Vamos ver o que vou pensar para o próximo jogo”, afirmou o técnico.
Jejum não tira o sono
“Atacante que não faz gol morre de fome”. A frase pode ser uma verdade para muitos, mas Jô diz que seu sono não é perturbado pelo jejum.
O atleta sempre lembra sua importância coletiva na equipe, como a função de pivô prendendo os dois zagueiros rivais: “Sei lidar com pressão. Me incomoda, claro, mas estou correndo atrás”.
Argentino na área
Desfalque do Atlético nas duas últimas partidas, Dátolo treinou normalmente na Cidade do Galo na última sexta-feira (12) e deve ser, ao menos, opção de banco. Ele foi ausência alvinegra nos dois últimos jogos por conta de dor muscular.