
Levir Culpi chegou ao Atlético em maio deste ano pronto para reencontrar o futebol vistoso deixado por Cuca. Enfrentou eliminação na Libertadores, ajudou na saída de Ronaldinho e foi chamado de burro. Apesar de todos os atritos com a torcida, hoje, ele é sinônimo de elogios. E a recíproca é verdadeira. O comandante 'rasgou sedas' para a crença da torcida na vaga à final
O treinador do Atlético ficou surpreendido com a capacidade da Massa em jogar junto da equipe. Sem ouvir vaias ou desespero que poderia atrapalhar a equipe, Levir disse que foi o apoio da Massa que 'treinou' os jogadores.
"Quem treinou o Atlético foi a torcida. Perdíamos o jogo no primeiro tempo e ninguém vaiou os jogadores. É incrível a fé na possibilidade da vaga. Estamos num limite nosso e não somos pequenos, nem grandes, mas temos qualidades técnicas. Se tivermos a força da torcida, podemos chegar aonde queremos", afirmou o treinador.
Se contra o Corinthians, Levir revelou que seu coração suportou forte dose de adrenalina, diante do Fla não poderia ser diferente: "É gostoso, mas não precisava tanto. Só com remédio para aguentar", contemplou.