
A ideia do Atlético é usar a reta final do Brasileiro como preparação para o Mundial de Clubes, mas o excesso de lesões tem atrapalhado o planejamento do técnico Cuca. A preocupação é tão grande que os próprios atletas já demonstram receio na hora de dividir as bolas. Este é o caso do lateral Marcos Rocha, que receita cautela nos três últimos jogos do Brasileiro.
"Complicado, pensamos em fazer nosso trabalho sem nos machucar, mas acabam acontecendo torções e lesões musculares. Ficamos receosos para ver se dividimos ou não a bola em alguns lances. Mas agora são três jogos importantes e que serão usados para o Mundial", declarou.
Durante a temporada Marcos Rocha oscilou grandes atuações, com exibições discretas, situação vista com normalidade pelo lateral. Segundo ele, as cobranças são naturais em grandes clubes, mas o jogador garante que dentro de campo procura sempre fazer o melhor para ajudar Galo.
"Tenho sempre que mostrar. Minha vida no Atlético sempre foi assim. Eu não tenho oportunidade de relaxar um pouco, sempre tenho que dar o máximo, suando a camisa. Me motivo com isso, com essa cobrança e também com a que vem da família e da comissão. Por isso sempre venho provando que mereço vestir a camisa do Atlético", afirmou.