Para 2015, Atlético traça R$ 25 milhões de arrecadação em venda de jogadores

Frederico Ribeiro - Hoje em Dia
Publicado em 03/12/2014 às 11:39.Atualizado em 18/11/2021 às 05:15.
O Conselho Deliberativo do Atlético aprovou o orçamento para a próxima temporada na casa dos R$ 208 milhões. Menor que o deste ano e com uma verda destinada para a contratação de novas peças bem humilde: R$ 2,5 milhões. Contudo, os números de orçamento são flexíveis e podem "engordar" com a venda de atletas. A previsão no Galo é de R$ 25 milhões arrecadados em comecialização de direitos econômicos.
 
"À princípio, colocamos R$ 25 milhões em venda de direitos econômicos. Mas, lógico que se o Atlético vender mais, a tendência é aumentar a verba para contratações, porque o time não pode ficar ruim, já sofremos muito", afirmou Carlos Fabel, diretor financeiro do Galo, após votar em Daniel Nepomuceno na eleição presidencial desta quarta-feira (3).
 
Fabel ainda esclareceu que os 2,5 milhões, na verdade, serão usados não só para adiquirir novos nomes para o futebol, mas o pagamento de comissão nas tratativas.
 
"Os R$ 2,5 milhões não é para contratação. Quando você vende atletas, você tem que pagar mediação. Então temos isso tudo gastando com esse processo", completou.
 
Na votação do orçamento de 2014, no ano passado, o conselho traçou uma expectativa de R$ 60 milhões em venda e R$ 22 mi em gastos de compras. Em 2013, com Bernard no elenco, a expectativa era de ganhar R$ 38 milhões.
 
Levir de olho na estabilidade
Levir Culpi, na atual passagem do Atlético, deu inúmeras provas de que está preocupado com a vida do Galo fora das quatro linhas, também. Chegou a criticar contratação de jogadores (Douglas Santos). O Galo convive com salários atrasados. Apesar do cenário não tão positivo, o treinador irá renovar com esperaças de dias melhoras. O próprio Levir comentou que recebeu boas notícias sobre estabilidade financeira em 2015.
 
"O Levir teve um papel importante nisso aí. Vocês viram que ele trabalhou bastante com jogadores das categorias de base. Ele não quer que o clube fique se endividando não. Quer pagamentos em dia e tudo mais. E nós fizemos esse ano um orçamento para 2015 bem conservador. Os números até caíram, e a tendência do futebol brasileiro é essa", disse Carlos Fabel.
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