
Sem marcar gols no tempo regulamentar, a decisão da vaga na semifinal da Libertadores entre Atlético e Palmeiras foi para os pênaltis. Após cinco cobranças bem batidas e no gol, o jovem Rubens teve a batida defendida pelo goleiro Weverton, que culminou na eliminação do Galo da competição continental.
Questionado sobre a escolha dos batedores, o técnico Cuca explicou as decisões da comissão.
"Nós pusemos os cinco melhores batedores, nós tivemos que eliminar um, eliminamos o Mariano. A gente tinha o Allan, o Nathan que também não é batedor de pênalti, e aí o sexto passou a ser do Rubens. Ele é menino, mas tem personalidade. Ele treina bem, ele bate bem. Na base era ele o batedor oficial da equipe", detalhou o treinador.
Cuca destacou que o atleta não deve ser cobrado como o vilão da eliminação, mas que cabe ao time passar confiança para o jovem jogador.
"E na batida de pênaltis sempre tem um herói e um vilão, não adianta. Hoje tá sendo o vilão e cabe a gente passar confiança e consolo, alguém teria que ganhar e esse alguém foi ele", avaliou.
O treinador atleticano também elogiou os batedores do Palmeiras, que acertaram todas as cobranças na decisão.
"Hoje não era noite da gente vencer, nosso goleiro acertou o canto quatro vezes, um exímio pegador de pênalti e elas foram todas bem batidas. Nenhum foi fraco, o que é difícil. Se você pegar os pênaltis com o Flamengo, eram cinco e seis fora. Foram momentos muito cruciais. O goleiro acerta o canto e você se prepara para comemorar, infelizmente para nós acabou, não conseguimos fazer a defesa", concluiu.
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