
A ausência de Lionel Messi na vitória da Argentina por 2 a 0 sobre Honduras, na noite deste sábado (6), aumentou a atenção da comissão técnica argentina a poucos dias da estreia na Copa do Mundo. O camisa 10 permaneceu no banco de reservas durante todo o amistoso disputado nos Estados Unidos e não entrou em campo por conta da recuperação de uma fadiga muscular.
Antes da partida, o técnico Lionel Scaloni já havia indicado cautela com a situação física do jogador. Na sexta-feira (5), o treinador afirmou que Messi vinha apresentando evolução nos treinamentos e não descartou sua utilização nos amistosos preparatórios. “Leo (Messi) vem bem, já treinou uma parte com o grupo, e isso é importante. Já não está totalmente diferenciado (o esquema de treinamentos), então vem bastante bem e inclusive pode participar de algum dos amistosos, por alguns minutos. Vamos ver se contra Honduras ou no outro. Está muito melhor e isso nos dá tranquilidade”, declarou.
Messi é acompanhado pelo departamento médico da Albiceleste desde que deixou uma partida do Inter Miami, há cerca de duas semanas, após sentir dores na coxa. Exames apontaram uma fadiga muscular, levando a seleção a controlar a carga física do atleta para evitar agravamento do quadro antes do Mundial.
Além de Messi, Nico González, que ainda não está em condições físicas ideais, e o goleiro Rulli também não atuaram entre os convocados presentes no amistoso. Outros nomes frequentemente utilizados entre os titulares, como Dibu Martínez, Molina, Montiel, Leandro Paredes, Nico Paz e Julián Álvarez, ficaram fora da relação, em sua maioria por questões físicas.
A expectativa da comissão técnica é que Messi possa ganhar minutos no amistoso contra a Islândia, marcado para terça-feira (9), às 21h30 (de Brasília), no Jordan-Hare Stadium, no Alabama, nos Estados Unidos. A partida será o último compromisso da Argentina antes da estreia na Copa do Mundo, diante da Argélia, no dia 16, pelo Grupo J.
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