
A cobrança de pênalti desperdiçada por Bruno Guimarães na derrota do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, foi definida antes mesmo de a bola rolar. Após a eliminação da Seleção, o auxiliar técnico Davide Ancelotti explicou a escolha do volante para a batida e afirmou que a decisão fazia parte do planejamento da comissão técnica.
Segundo Davide, Bruno Guimarães foi escolhido pela experiência que possui. "Foi pensado antes do jogo. Bruno é um jogador com muita experiência e vai saber jogar com isso tranquilamente", afirmou o auxiliar em entrevista à TV Globo. O volante cobrou a penalidade aos 13 minutos do primeiro tempo, mas parou na defesa do goleiro Ørjan Nyland.
Responsável por evitar o gol brasileiro, Nyland, de 35 anos, disputou a última temporada pelo Sevilla, da Espanha, mas está sem clube desde o fim de junho, quando encerrou seu contrato e não renovou o vínculo com a equipe espanhola.
Cerca de cinco semanas antes da partida, o goleiro publicou uma mensagem de despedida nas redes sociais. No texto, agradeceu ao Sevilla pelo período em que defendeu o clube e revelou que adiou uma cirurgia para permanecer à disposição durante a reta final da luta da equipe contra o rebaixamento no Campeonato Espanhol.
Ao longo da passagem pelo futebol espanhol, Nyland também enfrentou problemas físicos. O goleiro desfalcou o Sevilla em diferentes momentos por causa de lesões no quadril e de uma lesão ligamentar no tornozelo.
A defesa da cobrança de Bruno Guimarães foi uma das principais intervenções do goleiro na partida e contribuiu para a classificação da Noruega às quartas de final da Copa do Mundo.
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