Mobilização nacional

Copa Feminina de 2027 poderá ter feriados nacionais em jogos do Brasil e mudará calendário escolar

Brasil receberá o torneio entre junho e julho; legislação prevê mudanças no recesso escolar, feriados e regras para a organização do evento

Do HOJE EM DIA
esportes@hojeemdia.com.br
Publicado em 10/07/2026 às 16:49.Atualizado em 10/07/2026 às 16:51.
Time feminino do Brasil em ação contra os EUA no última amistoso com recorde de publico no Castelão (Staff Images/CBF)
Time feminino do Brasil em ação contra os EUA no última amistoso com recorde de publico no Castelão (Staff Images/CBF)

O Brasil iniciará em 2027 a realização da primeira Copa do Mundo Feminina disputada na América do Sul com mudanças no calendário escolar e na rotina das cidades que receberão partidas. A legislação criada para a organização do torneio determina que as férias de meio de ano coincidam com o período da competição e permite a decretação de feriados durante os jogos da Seleção Brasileira.

O Mundial será disputado entre 24 de junho e 25 de julho de 2027. A Lei nº 15.421/2026, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece que as instituições públicas e privadas de ensino ajustem o recesso escolar ao período da competição.

A norma também prevê a possibilidade de feriado nacional nos dias em que a Seleção Brasileira entrar em campo. Além disso, estados e municípios que receberão partidas poderão decretar feriado ou ponto facultativo nas datas dos jogos realizados em seus territórios.

A Copa terá partidas em Belo Horizonte (Mineirão), Brasília (Estádio Nacional), Fortaleza (Arena Castelão), Porto Alegre (Beira-Rio), Recife (Arena de Pernambuco), Rio de Janeiro (Maracanã), Salvador (Arena Fonte Nova) e São Paulo (Arena Itaquera).

O torneio reunirá 32 seleções, distribuídas em oito grupos, com um total de 64 partidas. Como país-sede, o Brasil já está classificado para a competição.

Além das alterações no calendário escolar e das regras sobre feriados, a legislação define normas para publicidade, venda de ingressos e incentivos fiscais ligados ao evento, incluindo a isenção do Imposto Sobre Serviços (ISS) para empresas responsáveis pela organização da Copa.

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