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Cruzeiro ganha do Atlético no gogó; torcida celeste é a segunda mais ‘barulhenta’ do país no estádio

Pesquisa analisa intensidade e constância do som dos torcedores em jogos como mandante no Campeonato Brasileiro

Do HOJE EM DIA
esportes@hojeemdia.com.br
Publicado em 19/12/2025 às 15:55.Atualizado em 19/12/2025 às 16:08.
Torcida celeste fez mais barulho que a 'massa' do Galo, segundo pesquisa (Reprodução: Flickr Cruzeiro e Atlético)
Torcida celeste fez mais barulho que a 'massa' do Galo, segundo pesquisa (Reprodução: Flickr Cruzeiro e Atlético)

A torcida do Cruzeiro registrou a segunda maior média de intensidade sonora do Campeonato Brasileiro de 2025, enquanto a do Atlético apareceu na oitava colocação no mesmo critério, de acordo com estudo divulgado pelo jornal O Globo nesta sexta-feira (19). A pesquisa avaliou o comportamento sonoro das torcidas a partir de uma partida como mandante para cada clube analisado.

O levantamento considerou 16 equipes da Série A e não incluiu jogos de Mirassol, Bragantino, Juventude e Sport. Foram analisados quatro critérios: média de intensidade sonora ao longo dos 90 minutos, pico de volume registrado em um único segundo, o minuto mais alto da partida e o tempo em que o som permaneceu acima de 90 decibéis.

Na média de intensidade, que representa a pressão sonora intermediária durante toda a partida, o Cruzeiro alcançou 92,3 dB, ficando atrás apenas do Flamengo. O Atlético registrou 89,6 dB, índice que o colocou na oitava posição nesse ranking específico.

No indicador de tempo acima de 90 dB, faixa sonora em que os jogadores precisam elevar a voz para se comunicar, a torcida do Cruzeiro manteve o som acima desse nível em 70% do confronto analisado. A torcida do Atlético permaneceu acima dessa marca em 39,1% do tempo.

Em relação ao pico de volume, critério que mede o maior som registrado em um intervalo de um segundo, o Cruzeiro atingiu 113,5 dB e ficou na quarta colocação geral. O Atlético alcançou 113,1 dB, aparecendo logo atrás, na quinta posição.

No recorte do minuto mais alto da partida, calculado a partir da média sonora dos 60 segundos mais intensos do jogo, o Atlético registrou 106,4 dB, ocupando a terceira colocação. O Cruzeiro marcou 106 dB e ficou na sexta posição nesse critério.

O estudo também mencionou parâmetros da Organização Mundial da Saúde, que recomenda cautela na exposição prolongada a sons acima de 85 dB. Segundo os dados apresentados, nenhum estádio manteve nível médio de 90 dB durante os 90 minutos completos.

No ranking geral, que soma o desempenho das torcidas em todos os critérios avaliados, o Cruzeiro terminou na terceira colocação, com 50 pontos. O Atlético apareceu em quarto lugar, com 39 pontos, conforme a pontuação consolidada pela pesquisa.

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