decepção

Artur Jorge reconhece falhas do Cruzeiro e lamenta eliminação no Maracanã

Técnico reconhece que equipe não repetiu comportamento apresentado em outros jogos, mas vê melhora após o intervalo no Maracanã

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 20/08/2026 às 00:07.
Artur Jorge lamentou o primeiro tempo apático do Cruzeiro (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
Artur Jorge lamentou o primeiro tempo apático do Cruzeiro (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)

Artur Jorge reconheceu que o Cruzeiro teve uma atuação abaixo do esperado no primeiro tempo da derrota por 2 a 1 para o Flamengo, nesta quarta-feira (19), no Maracanã, resultado que eliminou a equipe nas oitavas de final da Copa Libertadores. Para o treinador, o time não apresentou a mesma identidade mostrada sob seu comando.

“Concordo com a questão do primeiro tempo, em que não fomos iguais a nós próprios”, afirmou Artur Jorge na entrevista coletiva após a partida.

O técnico apontou dificuldades do Cruzeiro para disputar as segundas bolas e vencer os duelos durante a etapa inicial. Segundo ele, a equipe também não conseguiu exercer a pressão planejada sobre o adversário.

No intervalo, Artur Jorge optou por não fazer substituições. A avaliação da comissão técnica era de que os problemas poderiam ser corrigidos com mudanças de posicionamento e comportamento dos jogadores.

Na volta para o segundo tempo, o Cruzeiro apresentou uma postura diferente e chegou ao empate aos cinco minutos, com Lucas Romero. A equipe passou a criar mais oportunidades, mas sofreu o segundo gol aos 16 minutos, marcado por Samuel Lino.

“Tentamos corrigir no intervalo para que pudéssemos ser mais eficazes, acho que fomos. Fomos bem melhores. Tivemos um Cruzeiro mais próximo do que temos sido. No momento em que estávamos por cima, sofremos um gol que dificultou ainda mais a nossa ação e por determinar o resultado final”, disse o treinador.

Artur Jorge também descartou que a escolha de não mexer na equipe no intervalo tenha relação com o desempenho individual dos jogadores. “Não era uma questão dos jogadores, porque os jogadores deram o seu melhor dentro de campo. Eram mais questões de ajustes posicionais e comportamentais”, explicou.

Entre os ajustes feitos no segundo tempo, o treinador citou o posicionamento dos alas, que passaram a atuar mais próximos dos zagueiros, além da tentativa de aumentar a pressão e dar mais velocidade às ações ofensivas. Apesar da melhora, o Cruzeiro não conseguiu buscar o empate e deixou a Libertadores nas oitavas de final.

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