
Com os chilenos Mena (lateral) e Seymour (volante), o uruguaio Arrascaeta (meia), o colombaino Riascos (atacante) e o camaronês Joel (atacante) inscritos na Copa Libertadores, que para o Cruzeiro começa nesta quarta-feira (25), diante do Universitário Sucre, da Bolívia, no Estádio Olímpico Pàtria, às 22h (de Brasília), o clube pode bater o recorde de jogadores estrangeiros em uma única edição do torneio continental em 2015.
Em 2011, ano em que o time comandado pelo técnico Cuca sobrou na fase de grupos, quando terminou com a melhor campanha geral, mas caiu logo nas oitavas de final, eliminado pelo Once Caldas, da Colômbia, o Cruzeiro teve quatro estrangeiros em campo, sendo que dois deles foram titulares absolutos: o zagueiro uruguaio Victorino e o meia argentino Montillo.
Os atacantes Ortigoza (paraguaio) e Farías (argentino) eram reservas, mas mesmo assim balançaram as redes adversárias, marcando dois e um gol, respectivamente.
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O Cruzeiro estreia contra o Universitário Sucre, às 22h, fora de casa. Já o Galo busca reação no Horto contra o Atlas, às 19h45. O comentarista esportivo do Jornal Hoje em Dia, Alexandre Simões, traz mais informações sobre o campeonato para você. Ouça, agora!
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O maior artilheiro estrangeiro da Raposa na Copa Libertadores é o boliviano Marcelo Moreno, que marcou oito vezes nas dez partidas que disputou em 2008, quando foi o goleador da competição ao lado do paraguaio Cabañas, que defendia o América, do México.
No ano passado, Marcelo Moreno participou de apenas uma partida do Cruzeiro na competição continental, justamente o empate por 1 a 1 com o San Lorenzo, da Argentina, no Mineirão, que decretou a eliminação celeste. Em grande parte do torneio, com Borges machucado, o técnico Marcelo Oliveira preferiu improvisar Júlio Baptista na função de centroavante.
Apesar de ter disputado sete edições da Copa Libertadores no século passado (1967, 1975, 1976, 1977, 1994, 1997 e 1998), o Cruzeiro só foi contar com um jogador estrangeiro na competição pela primeira vez neste século. Em 2001, o time da Toca teve o lateral-esquerdo Sorín, que foi também o primeiro gringo a marcar gol pelo clube no torneio.
O gol foi marcado no Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, na vitória cruzeirense por 2 a 1 sobre o El Nacional, do Equador, em 8 de maio de 2001, na partida de ida das oitavas de final.
Assim como Marcelo Moreno, Sorín também jogou pelo Cruzeiro em duas edições da Libertadores. Além de 2001, quando disputou seis partidas, ele esteve em campo em um confronto em 2009, quando o time de Adilson Batista foi vice-campeão, perdendo a final para o Estudiantes, da Argentina, dentro do Mineirão.
Está lançado o desafio para o Cruzeiro de Marcelo Oliveira, que pode ter o maior número de estrangeiros jogando numa mesma edição da Libertadores, que nunca foi conquistada pela Raposa com gringos em campo. No confronto desta quarta, apenas Mena e Arrascaeta são titulares. Seymour e Joel estão na reserva. Riascos ficou em Belo Horizonte.
Os gringos do Cruzeiro na Libertadores
Os gringos do Cruzeiro na Libertadores
| JOGADOR | NACIONALIDADE | POSIÇÃO | GOLS | JOGOS | MÉDIA |
| Marcelo Moreno | boliviano | atacante | 8 | 10 | 0,80 |
| Sorín | argentino | lateral | 1 | 8 | 0,12 |
| Espinoza | equatoriano | zagueiro | 0 | 8 | 0 |
| Victorino | uruguaio | zagueiro | 0 | 8 | 0 |
| Maldonado | chileno | volante | 0 | 7 | 0 |
| Montillo | argentino | meia | 3 | 7 | 0,42 |
| Samudio | paraguaio | lateral | 2 | 5 | 0,40 |
| Ortigoza | paraguaio | atacante | 2 | 4 | 0,50 |
| Guerrón | equatoriano | atacante | 1 | 3 | 0,33 |
| Farías | argentino | atacante | 1 | 3 |
0,33
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