Treinador só define time pouco antes do início da partida

Alberto Ribeiro - Hoje em Dia
Publicado em 26/08/2015 às 07:41.Atualizado em 17/11/2021 às 01:30.

Mistério na Toca. O time só será definido pouco antes de a bola rolar contra o Palmeiras, no Mineirão, pois no treinamento dessa terça-feira (25) Vanderlei Luxemburgo não deu pistas da equipe que enfrenta os paulistas. Os considerados titulares se limitaram a uma atividade leve no campo. Já os reservas realizaram trabalho técnico.

Desfalque certo é o lateral-direito Mayke, que sofreu lesão muscular na coxa direita diante do Corinthians, no último domingo. A tendência é que Fabiano comece a partida. O jogador engrossa o discurso de mistério adotado pelo treinador, mas avisa que está preparado para assumir a função.

“O professor ainda não disse quem vai começar jogando e faz segredo. Temos que estar preparados para fazer o melhor dentro de campo se a oportunidade aparecer”, destaca Fabiano.

Como perdeu o primeiro confronto para o Palmeiras, por 2 a 1, na semana passada, em São Paulo, vitória por 1 a 0 garante o Cruzeiro na próxima fase. Empate classifica o Palmeiras. Se a Raposa vencer por 2 a 1, a decisão irá para a disputa de pênaltis.

“Independentemente de quem entrar em campo, temos que estar preparados. O momento que vivemos no Brasileiro é de intensa pressão, mas sabemos que uma vitória por 1 a 0 nos manda para próxima fase. Quem entrar tem que fazer o melhor durante os 90 minutos e ir em busca da vitória o tempo todo”, completa Fabiano.

Momento de superação

Para o atacante Marquinhos, o momento é de superação. Por isso, ele prega empenho total frente ao Palmeiras. “Só nós, jogadores, podemos dar a volta por cima. Não adianta falar do treinador, da diretoria, pois nós entramos em campo. Temos que ver o que está acontecendo e não errar. Nossa situação não é boa, mas não podemos jogador a toalha. Precisamos fazer muita coisa para melhorar”, analisa.

“Você não consegue dormir direito, nem conversar. Falta ânimo. O momento de pensar no que há de errado para melhorar. A gente chega em casa, as vezes não fala nem com a família. Fica isolado, pois o momento é complicado”, lamenta.

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