Presidente do COB espera Brasil entre os 10

Do Portal HD
Publicado em 20/07/2012 às 17:35.Atualizado em 21/11/2021 às 23:43.
 (WILL OLIVER/AFP)
(WILL OLIVER/AFP)

Figurar entre as 10 nações com maior número de medalhas olímpicas. Essa é a meta para o Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. As palavras foram do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos do Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.

“Para 2016 a meta é ficar no Top Ten. É uma meta arrojada para mostrar que o Brasil decola para ter um posto de destaque internacional no mundo olímpico em 2016”, afirmou o dirigente, na abertura da exposição “From de Margin to the Edge” (Da Margem ao Limiar), mostra de artistas e designers brasileiros, realizada na Casa Brasil, sede do Comitê Brasileiro em Londres.

Em Pequim, nos Jogos de 2008, o Brasil ficou na 22ª colocação, com 15 medalhas no total. Durante a primeira atividade na Casa Brasil, que será oficialmente inaugurada no dia 27, em evento que terá a presença da presidente Dilma Rousseff, Nuzman também revelou a expectativa para a delegação brasileira.

“A projeção não é fácil. Mas para Londres a expectativa é a mesma de Pequim, um pouco menos, um pouco mais de medalhas, aumentar número de finais olímpicas e preparar os novos atletas que estão aqui para os Jogos de 2016. Em Londres eles encontrarão um regime diferente de trabalho, que é a tensão natural propagada pelo público, pela mídia e pelo torcedor brasileiro. Vão conviver com isso, como nós dirigentes convivemos”, observou.

O investimento no esporte olímpico brasileiro nos últimos quatro anos, comandado pelo Ministério do Esporte, empresas estatais, a Lei Piva e Leis de incentivo, chegou aos R$ 2,1 bilhões. Nuzman acredita que a estrutura disponibilizada aos atletas brasileiros, a maior da história, tenha servido para levar o esporte nacional a outro patamar.

“O público pode esperar muito trabalho e dedicação. Eu sinto uma transformação muito grande nesses atletas, tanto para Londres, como para o Rio de Janeiro. Vejo a ambição pela vitória. Além do trabalho feito pelas confederações e das condições de trabalho oferecidas, tem que haver ambição por medalhas. E eu vejo essa mudança", apostou.

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