
Localizada em São Gonçalo do Rio Abaixo, próxima a Itabira, a mina de Brucutu, da Vale, ganhou o Shingo Prize, considerado o prêmio mais prestigiado do mundo em gestão operacional e cultura organizaciona. A unidade opera com equipamentos autônomos.
O reconhecimento é concedido pelo Shingo Institute, da Utah State University (EUA), e nasceu em homenagem a Shigeo Shingo, um dos principais formuladores do Sistema Toyota de produção.
A operação de Brucutu também contribuiu para que a Vale alcançasse o maior volume anual de produção de minério de ferro desde 2018, com 336 milhões de toneladas.
“O prêmio comprova nosso compromisso com a excelência operacional e a melhoria contínua, profundamente enraizados em nossa jornada de transformação cultural. Ele reflete a disciplina das nossas equipes, a força da nossa cultura e a capacidade de evoluir com foco em segurança, qualidade e eficiência”, diz Carlos Medeiros, vice-presidente de Operações da Vale.
A cerimônia oficial de entrega do Shingo Prize será em 19 de março, nos Estados Unidos, reunindo organizações globais referência em gestão industrial.
A Vale mantém no Brasil cerca de 100 equipamentos autônomos em suas operações de mina, pátio e porto. “Há uma grande sinergia entre as metas da empresa e o uso de autônomos, que entrega segurança, redução de custos de operação, aumento de performance e redução da emissão de carbono em nossas operações”, pontua Medeiros.