Operadora Charlie chega a BH com proposta de hospedagem de curta duração e 'zero' dor de cabeça
Em BH, três empreendimentos poderão somar 433 imóveis vinculados à plataforma, que já atua em São Paulo, no Rio e em Porto Alegre

Depois de consolidar operações em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), o operador de estadias flexíveis Charlie do Brasil chega a Belo Horizonte com a proposta de garantir zero dor de cabeça – ou o mais próximo possível disso – tanto ao investidor que aluga o imóvel quanto ao hóspede.
Com foco em hospedagens de curta duração, a empresa se apresenta como uma “solução completa” para oferta e gestão dos locais. Na prática, não só faz a ponte entre quem tem o teto a oferecer e quem busca abrigo quanto promete facilitar o dia a dia nas duas pontas, no caso de imprevistos.
Para o locatário, significa, por exemplo, conseguir uma faxineira substituta quando a oficial o deixar na mão. Já o compromisso com o inquilino é dar uma resposta eficaz e rápida àqueles B.O.s da vida, como uma pane no chuveiro.
Na capital mineira, a operação começa com três empreendimentos em bairros de alto padrão, como Funcionários e Lourdes, que podem somar 433 apartamentos para gestão. A previsão é a de que a hospedagem tenha início daqui a dois ou três anos, quando o primeiro edifício for entregue.
Captação de imóveis tem estratégia específica
Para viabilizar essa proposta que transita entre a locação residencial tradicional e a hotelaria, o modelo capta imóveis inclusive no momento da compra, na planta.
A ideia com a incorporadora é trabalhar um “ganha-ganha”, explica Aarti Waghela, Chief Growth Officer (CGO) do Charlie. Assim, na visita ao empreendimento o interessado em adquirir o imóvel não só fala com o corretor como é apresentado ao modelo de negócio por um consultor da empresa de estadias.
No "pacote" oferecido ao investidor estão estudo de viabilidade, projeto de interiores, reforma, divulgação nos principais canais de reserva, precificação inteligente, atendimento ao hóspede 24 horas por dia, manutenção preventiva e entrega periódica de relatórios.
Para Aarti, que lidera as frentes de expansão e novos mercados do Charlie, o "cartão de visitas" da empresa está nas três cidades onde já opera. São mais de 2,5 mil apartamentos vinculados e 40 mil hóspedes por mês, num formato indicado tanto para o executivo em viagem a trabalho quanto para o turista ou quem está reformando o próprio lar.
Se para o dono a vantagem está em não ter que administrar reservas, hóspedes ou manutenção, para o visitante a promessa é a de não haver “surpresas” no caminho. Além do suporte em caso de imprevistos, a empresa diz exigir um padrão mínimo para as unidades – edredom fino e cortina sem black out, nem pensar.
“O mercado de BH reúne características muito alinhadas ao modelo do Charlie. É uma capital com forte demanda corporativa, turismo de negócios e um mercado imobiliário em expansão”, afirma Allan Sztokfisz, CEO e cofundador. Nas projeções da operadora, a rentabilidade média para o investidor poderá ficar 70% acima da locação convencional.
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