
Morto no acidente entre um carro da reportagem da Band Minas e um caminhão na BR-381, nesta quarta-feira (15), o cinegrafista Rodrigo Lapa havia retornado ao quadro de funcionários da emissora de TV em dezembro de 2025. Antes, ele já havia trabalhado na empresa, entre 2022 e 2024. As informações foram divulgadas nas redes sociais pelo veículo de comunicação, numa das postagens em que lamenta a tragédia – a batida deixou a repórter Alice Ribeiro gravemente ferida.
Lapa dirigia o automóvel no início da tarde. A equipe havia acabado de fazer uma matéria sobre o início das obras de duplicação da rodovia no trecho entre o distrito de Ravena, em Sabará, e o trevo de Caeté, na região central. A estrada é considerada uma das mais perigosas a cortar Minas.
A batida foi na altura do km 438, em Santa Luzia. Os jornalistas voltavam para BH. A dinâmica do acidente será investigada pela polícia, mas, segundo testemunhas, o carro da emissora teria invadido a contramão. O motorista do caminhão envolvido acredita que o condutor do automóvel tenha passado mal ao volante.
Natural de Porto Alegre (RS), Lapa tinha 49 anos e deixa mulher e uma filha de 7 anos. Segundo a Band, atuava como palhaço nas horas vagas, alegrando crianças hospitalizadas. O profissional foi definido como uma “presença que irradiava alegria por onde passava”.
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