
Doenças como diarreia (gastroenterite), dor lombar (lombalgia) e dengue foram as responsáveis pelo maior número de ausências no emprego de janeiro a outubro deste ano. Coletados junto a mais de 33 mil empresas e mais de 1,3 milhão de trabalhadores em todo o país, os dados mostram que, juntas, essas três condições resultaram em mais de 28 mil afastamentos em 2025.
Mesmo expressivo, o resultado é menor do que o registrado no ano passado. Por conta do elevado número de casos de dengue, a soma de afastamentos considerando as mesmas três enfermidades quase chegou a 35 mil.
Realizado pela VR, empresa de soluções para gestão de pessoas, a pesquisa também revelou que as doenças respiratórias ficaram em 4º, 5º e 6º lugares do ranking de afastamentos, respectivamente. Nessa faixa, aparecem a nasofaringite aguda (resfriado comum), a infecção aguda das vias aéreas superiores e a influenza, que, somadas, totalizam outros 13 mil afastamentos do trabalho.
Na sequência, em 7º lugar, aparace a cefaleia, a famosa dor de cabeça, com 3.626 casos; em 8º, a dorsalgia (dor na coluna), com 2.570; e, logo depois, a dor abdominal e pélvica, com 2.365 registros.
“A ausência de um único colaborador pode impactar significativamente o desempenho dos negócios, principalmente para PMEs (pequenos, médias e micro empresas)", pondera Cassio Carvalho, diretor-executivo de Negócios da VR.
Vale destacar que o levantamento considera somente o universo de empresas que mantêm convênio com a VR.
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