
A escritora e poetisa mineira Adélia Prado, de 90 anos, recebeu alta hospitalar no fim de semana, após ficar 20 dias internada. Ela havia sofrido uma queda e foi levada para o Hospital São Judas Tadeu, em Divinópolis, na região Centro-Oeste.
Na ocasião, a escritora teve fraturas no fêmur, cotovelo e joelho. Ela precisou passar por duas cirurgias e teve evolução considerada satisfatória no pós-operatório.
“Com grande alegria, anunciamos a alta hospitalar da poetisa Adélia Prado. Compartilhamos essa notícia com gratidão e esperança, desejando-lhe uma recuperação serena, com saúde, conforto e bem-estar”, informou o hospital.
Comunicado divulgado no Instagram informou que Adélia está em casa. “Com muita alegria e com muita gratidão a todos os que torceram pela recuperação da saúde de Adélia, comunicamos que ela recebeu alta e está em casa. Em breve, ela mesma poderá agradecer a cada um de vocês pelo carinho e pelas orações”, diz a nota.
Carreira de Adélia Prado
Além de escritora e poetisa, Adélia Prado também é professora e filósofa. Ela lecionou por mais de 20 anos e em 1975 lançou o primeiro livro: Bagagem. Vieram muitos outros depois, como O Coração Disparado (1978), Solte os Cachorros (1979), O Pelicano (1987), O Homem da Mão Seca (1994).
Adélia Prado é vencedora do Prêmio Camões, o reconhecimento mais importante da literatura portuguesa, e do Prêmio Machado de Assis, a mais importante honraria da Academia Brasileira de Letras, ambos recebidos no ano de 2024.
Em 2025, após doze anos sem publicar um livro inédito, desde Miserere (2013), Adélia Prado retornou com O jardim das oliveiras, uma coletânea de 105 poemas.
* Com Agência Brasil
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