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Empresário mineiro, videomaker e piloto: quem estava no helicóptero com Rick que desapareceu em SC

Aeronave desapareceu após decolar de Porto Belo com destino à região de São Joaquim

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 22/09/2026 às 08:40.Atualizado em 22/09/2026 às 08:52.
 (Redes Sociais/Reprodução)
(Redes Sociais/Reprodução)

O helicóptero que desapareceu em Santa Catarina com o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, tinha outras três pessoas a bordo: o empresário mineiro Bruno Avelar, de 41 anos, o videomaker Paulo Soares e o piloto da aeronave. As buscas pelo helicóptero continuam nesta terça-feira (22) na Serra catarinense. 

A aeronave, um Bell 430 de matrícula PP-MGR, decolou de Porto Belo, no litoral de Santa Catarina, com destino à região de São Joaquim. O último contato ocorreu na tarde de segunda-feira (21), por volta das 16h. Desde então, equipes do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina e da Força Aérea Brasileira (FAB) trabalham para localizar o helicóptero e os ocupantes. 

Bruno Avelar é empresário, palestrante e escritor. Natural de Belo Horizonte, ele é conhecido pelo projeto “O Poder do Network”, voltado à criação de conexões entre empresários e profissionais. O empresário já participou de programas de televisão e atua como apresentador oficial dos leilões beneficentes do Instituto Projeto Neymar Jr.

Paulo Soares é videomaker e estava acompanhando o grupo durante a viagem. Já a identidade do piloto ainda não foi divulgada oficialmente pelas autoridades. 

Cães farejadores e aeronaves reforçam buscas por helicóptero

As buscas pelo helicóptero foram reforçadas. Equipes em terra vão ampliar as áreas vasculhadas e contar com cães farejadores, enquanto aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) dão apoio pelo ar. Até o início desta manhã, nenhum vestígio da aeronave havia sido encontrado.

As buscas começaram na segunda-feira (21) e avançaram pela madrugada. Com a interrupção da chuva nesta manhã, a expectativa das equipes é de melhores condições para os trabalhos. A operação está concentrada na Serra Catarinense e envolve Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Defesa Civil, equipes municipais e a FAB.

Segundo a tenente-coronel Heloísa Helena Batiste, comandante do 5º Batalhão de Bombeiros Militares de Santa Catarina, os militares vão trabalhar em duas frentes.

“Nós vamos atuar com duas frentes. Duas equipes vão ser direcionadas: uma para a área onde temos a informação da última comunicação da aeronave, e a outra para o ponto onde fizemos o cruzamento de informações de sinais de aparelhos de telefone celular”, explicou.

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