Você lembra destas comunidades "Eu Odeio Acordar Cedo", "Deus Me Disse: Desce e Arrasa, "Tocava a Campainha e Corria" e "Só Observo"? Quem é jovem talvez não saiba, mas antes do Facebook, a rede social que “bombava” era o Orkut e essas comunidades faziam muito sucesso.
Criada em 2004 pelo engenheiro turco de software Orkut Büyükkökten, que era funcionário do Google e estudante de pós-graduação na Universidade de Stanford (EUA), a rede social “queridinha” dos brasileiros (praticamente só fez sucesso por aqui e na Índia) foi desativada em 2014, deixando muitos usuários tristes.
Mas para alegria dos saudosistas, o engenheiro turco informou nesta quinta-feira (28) que pretende reativar o Orkut que, segundo ele, chegou a ter mais de 300 milhões de pessoas.
“Acredito que o Orkut.com se tornou uma comunidade porque reuniu vozes de diversas partes do mundo em um só lugar. Trabalhamos muito para tornar o Orkut uma comunidade onde o ódio e a desinformação não fossem tolerados. Trabalhamos muito para tornar o Orkut uma comunidade onde você pudesse conhecer pessoas reais que compartilhavam interesses, não apenas pessoas que curtiam e comentavam fotos”, diz Orkut Büyükkökten no texto que está publicado na home da página oficial da rede social.
Ele não especificou uma data para retomada da rede social, apenas está permitindo que interessados cadastrem e-mail para recebimento de mensagens com supostas atualizações sobre o andamento do processo de retorno.
No texto que está alegrando os corações dos “órfãos” do Orkut, o engenheiro turco afirma que as plataformas não devem dividir as pessoas e servir ao bem comum. “Elas devem proteger nossos dados, não vendê-los. Elas devem nos dar esperança, não medo e ansiedade. A melhor rede social é aquela que enriquece sua vida, mas não a manipula”, diz Orkut Büyükkökten.
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