VÍDEO: diarista que matou idosos 'escapa' do júri popular, mas a situação dela ficou melhor ou pior?
Suspeita de esfaquear casal até a morte no bairro São Pedro, em BH, será julgada por latrocínio, e por isso não irá ao Tribunal do Júri
Investigada pelo assassinato a facadas de um casal de idosos no bairro São Pedro, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, a diarista presa na semana passada não terá que encarar o Tribunal do Júri, mas pode receber uma pena ainda mais alta pelos crimes que cometeu.
Como o caso foi classificado como latrocínio (matar para roubar), o veredito será dado por um juiz, não pelo corpo de jurados - pessoas comuns que formam o "júri popular", encarregado de julgar crimes dolosos contra a vida (como homicídio, infanticídio e aborto).
A mudança do crime no caso da diarista não significa que, se condenada, ela terá pena mais branda do que a aplicada a um assassino: para latrocínio, a prisão mínima prevista é de 24 anos, podendo chegar a 30.
O professor de Direito Vinícius Gomes, das Faculdades Kennedy, Promove e Nova Faculdade, explica a diferença entre os crimes e o que pode acontecer a partir de agora. Confira no vídeo:
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