VÍDEO: Lito Sousa faz apelo por tratamento experimental: ‘por favor, escute com atenção’
Influenciador luta contra a doença Creutzfeldt-Jakob, os neurônios, gera perda de memória, tremores e demência progressiva

O influenciador Lito Sousa usou as redes sociais pela primeira vez neste domingo (23) após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob. O influenciador fez um apelo para que seja incluído em estudos experimentais da grave doença, que destrói os neurônios, gera perda de memória, tremores e demência progressiva.
“Eu tenho um apelo urgente para vocês. Por favor, acompanhem a mensagem até o final”, falou o influenciador em inglês.
Além do vídeo, Lito citou em texto alguns institutos que realizam o procedimento: Ionis Pharmaceuticals, Broad Institute e Mayo Clinic. O pedido foi endossado pelo palestrante e tradutor Ewandro Magalhaes. Ele ressaltou que a família do influenciador corre contra o tempo para conseguir o tratamento experimental.
“O influenciador brasileiro Lito Sousa está lutando contra Creutzfeldt-Jakob, uma doença de rápida progressão e principalmente fatal, para a qual ainda não há um protocolo de tratamento padrão. Sua família está lutando para levá-lo a um tratamento experimental. Dois estudos poderiam ajudar”, disse Magalhaes.
"Se eu tiver 1% de chance em qualquer lugar, a gente quer esse 1%"
A esposa de Lito Sousa, Mila Seidl, usou as redes sociais nesse sábado (22) para fazer um apelo para que o marido seja incluído em estudos experimentais que investigam tratamentos para uma doença rara e de progressão rápida. Segundo ela, Lito já apresentou uma nova perda de visão de um dia para o outro.
Mila afirmou saber que os estudos científicos precisam seguir critérios e etapas, mas defendeu que o caso do marido seja avaliado diante da gravidade da doença. Disse ainda que pretende lutar por qualquer possibilidade de tratamento. "Eu tenho 0% de chance, mas se eu tiver 1% de chance em qualquer lugar, a gente quer esse 1%, afirmou.
De acordo com a esposa do influenciador, um dos estudos é realizado por Harvard, nos Estados Unidos, e o outro reúne centros de pesquisa na França, Alemanha e Inglaterra. Ela afirmou que em Paris parece ser o mais interessante por já estar em uma fase mais avançada. No entanto, os dois estudos não estão recebendo novos pacientes neste momento.
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