PARALISAÇÃO

Após 15 dias sem acordo, professores da rede Municipal de BH decidem seguir em greve

Conforme os manifestantes, a PBH apontou a possibilidade de uma reunião para negociação

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 11/05/2026 às 14:50.Atualizado em 11/05/2026 às 14:56.
Segundo o sindicato da categoria, há sobrecarga, falta de profissionais e ausência de transparência sobre vagas disponíveis nas escolas (Reprodução / Instagram / sindredebh)
Segundo o sindicato da categoria, há sobrecarga, falta de profissionais e ausência de transparência sobre vagas disponíveis nas escolas (Reprodução / Instagram / sindredebh)

Os professores da rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte decidiram pela continuidade da greve na capital. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (11), 15 dias  após o início da manifestação. De acordo com o SindRede-BH - sindicato representante da categoria -, cerca de mil profissionais se reuniram em uma assembleia realizada hoje, na praça Afonso Arinos, região Central de BH. 

Conforme os manifestantes, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) apontou para a possibilidade de uma reunião para negociação junto à categoria. A data, porém, ainda não foi definida. Até o momento, nenhum acordo foi realizado entre os docentes e o Executivo Municipal.

“Estamos há duas semanas tentando estabelecer um canal de diálogo, mas o que recebemos de Damião e Natália (secretária de educação) é silêncio. Exigimos respeito à carreira de quem passou em um concurso público e quer condições dignas para trabalhar”, afirma a Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH.

Segundo o sindicato, uma nova assembleia será realizada nesta quinta-feira (14), às 14h, além de novos atos e manifestações nos próximos dias. Há previsão de ações das regionais de greve e encontros com as famílias de Venda Nova, Barreiro e Centro-Sul.

O que motivou a greve

A greve foi deflagrada por professores concursados da rede municipal, que cobram recomposição salarial e melhorias nas condições de trabalho. Segundo o sindicato da categoria, há sobrecarga, falta de profissionais e ausência de transparência sobre vagas disponíveis nas escolas.

Procurada pelo Hoje em Dia, a Prefeitura de Belo Horizonte não se posicionou sobre o prosseguimento da paralisação. O espaço segue aberto. 

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