Após transtornos e cancelamentos, pista de Confins é liberada para pousos e decolagens
Passageiros enfrentaram filas para remarcação, alterações nos embarques e espera dentro de aeronaves durante a interrupção das operações

A pista de pousos e decolagens do Aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi liberada às 15h08 deste sábado (26), após a conclusão de uma intervenção pontual. A paralisação provocou transtornos no terminal, com passageiros relatando filas para remarcação de passagens e desorganização nos voos que não haviam sido cancelados.
O Hoje em Dia recebeu depoimentos de passageiros que afirmaram ter sido chamados para embarcar e, depois de entrarem nas aeronaves, permaneceram em solo à espera da decolagem. Outro relato aponta que houve chamada para um embarque, mas o procedimento foi suspenso pouco depois. Imagens que circulam nas redes sociais mostram uma extensa fila para remarcação de passagens e caminhões trabalhando na pista.
Relatos divulgados ao longo do dia apontaram mais de 80 voos cancelados. O número, no entanto, diverge da informação repassada pela assessoria do aeroporto ao Hoje em Dia, que confirmou seis cancelamentos, além de três atrasos e dois voos alternados.
A reportagem procurou o BH Airport, concessionária responsável pelo Aeroporto de Confins, para obter um posicionamento sobre os relatos dos passageiros e saber quando os serviços seriam normalizados. Inicialmente, não houve retorno. Posteriormente, a assessoria comunicou a conclusão dos trabalhos e informou que acompanha a retomada gradual das operações.
O BH Airport orienta os passageiros a consultarem diretamente as companhias aéreas para obter informações atualizadas sobre os respectivos voos. A concessionária lamentou os transtornos e reforçou que “a segurança das pessoas é nossa prioridade absoluta”.
Entenda o caso
As operações foram suspensas temporariamente devido à necessidade de uma intervenção na pista. Durante o período, equipes técnicas trabalharam no local para realizar o serviço necessário.
A interrupção afetou a programação prevista para o terminal e provocou reflexos nas chegadas e partidas. Enquanto o trabalho era realizado, a concessionária informou que mantinha contato com as companhias aéreas para minimizar os impactos da ocorrência.
Com o término do serviço, o aeroporto passou a administrar os efeitos da paralisação sobre a programação dos voos e o atendimento aos passageiros.
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