Bairros da Grande BH ainda estão sem água após égua cair em adutora da Copasa; veja lista
Segundo a companhia, equipes seguem em campo para acelerar a normalização do serviço; previsão é que o abastecimento seja normalizado ao longo do dia

Pelo menos 20 bairros de Belo Horizonte e região metropolitana ainda enfrentam problemas no abastecimento de água nesta quinta-feira (7), após uma égua cair em uma adutora na capital mineira. Segundo a Copasa, equipes seguem em campo para acelerar a normalização do serviço. A previsão é que o abastecimento seja normalizado ao longo do dia.
De acordo com a companhia, o monitoramento realizado entre 0h e 6h desta quarta-feira aponta que regiões pontuais ainda apresentam intermitência no abastecimento. Veja os bairros afetados:
Em Belo Horizonte, os bairros Céu Azul, Minas Caixa, Jardim dos Comerciários, Jaqueline, Santa Rosa, Universitário, Goiânia, Maria Goretti e Jardim Vitória seguem com abastecimento intermitente. Em Ribeirão das Neves, há intermitência nos bairros Atalaia, Botafogo, Delma, Flamengo, Jardim Primavera, Menezes e Santa Isabel.
Já em Santa Luzia, os bairros Asteca, Londrina e Chácaras Santa Inês ainda registram oscilações. Em Sabará, o bairro Nossa Senhora de Fátima também apresenta fornecimento intermitente. Em Vespasiano, há ocorrências de intermitência em regiões pontuais do município.
A companhia ressaltou que segue monitorando continuamente o sistema e adotando medidas operacionais para garantir a plena recuperação do abastecimento em todas as áreas afetadas.
Copasa desmente falso comunicado
A Copasa desmentiu, na noite de quarta-feira (6), uma mensagem que circulou em redes sociais e aplicativos de conversa afirmando que moradores deveriam evitar consumir água da torneira pelos próximos sete dias.
O comunicado se espalhou após a queda de uma égua em uma estrutura da adutora do sistema Rio das Velhas, em Belo Horizonte. Mais de 700 bairros da Região Metropolitana ficaram sem abastecimento desde segunda-feira (4).

Em nota, a Copasa classificou o conteúdo como uma “desinformação grosseira” e afirmou que o texto utiliza uma versão antiga do logotipo da empresa para provocar pânico na população.
A mensagem orientava moradores a não consumirem água da torneira, “mesmo filtrada”, e recomendava o uso de água mineral ou fervida por sete dias. O texto ainda citava sintomas como diarreia e dor abdominal e pedia compartilhamento da informação entre familiares e amigos.
Segundo a companhia, não há qualquer recomendação oficial para evitar o consumo da água distribuída na Grande BH. “A companhia assegura que a água fornecida é potável e segura para o consumo imediato, não sendo necessária a fervura ou a substituição por água mineral”, informou.
Leia também: