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BH cria política de apoio a dependentes de jogos eletrônicos e apostas on-line; entenda

Medida prevê o incentivo a campanhas educativas que alertem sobre os riscos sociais, econômicos e psicológicos associados à prática

Bernardo Haddad
@_bezao
Publicado em 21/01/2026 às 09:05.Atualizado em 21/01/2026 às 10:11.
 (Joédson Alves/ Agência Brasil)
(Joédson Alves/ Agência Brasil)

Belo Horizonte instituiu uma política municipal voltada ao auxílio de pessoas com transtornos associados à dependência de jogos de azar. A lei, publicada nesta quarta-feira (21) no Diário Oficial do Município (DOM), estabelece diretrizes para o acolhimento, tratamento e reinserção social de cidadãos afetados por apostas, com foco especial em jogos eletrônicos e plataformas on-line.

Sancionada pelo prefeito em exercício, Juliano Lopes (Podemos), a medida autoriza a Prefeitura de Belo Horizonte a firmar convênios e termos de cooperação com instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, que possuam experiência na prevenção e tratamento do transtorno. O texto também prevê a realização de campanhas educativas para alertar a população sobre os riscos psicológicos, sociais e econômicos das apostas.

Capacitação profissional e origem da lei

A nova legislação determina que profissionais das áreas de saúde, educação e assistência social passem por capacitação específica para identificar e atuar em casos de ludopatia. A norma é originária do Projeto de Lei nº 332/25, de autoria do vereador Pedro Rousseff (PT), e entrou em vigor na data de sua publicação.

As ações serão custeadas por dotações orçamentárias próprias. Além disso, o Executivo poderá divulgar indicadores de impacto das medidas, respeitando os critérios de sigilo estabelecidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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