
Com previsão de vários blocos arrastando mais de 100 mil pessoas pelas ruas durante os cortejos, o Corpo de Bombeiros de Minas lançou um plano de gestão de risco para identificar a necessidade de dispersão emergencial, siutuaçõe de perda de mobilidade individual e potencial esmagamento. Ao menos 16 agremiações serão monitoradas.
A corporação informou dispor de drones e equipes de atendimento nos trios elétricos, podendo inclusive realizar intervenções sonoras, interrupção da movimentação do trio, indicando de acessos em vias laterais, abertura imediata de gradis e vias transversais, entre outras medidas .
O trabalho começou antes da folia, com a vistoria dos trajetos de cada cortejo, analisando compatibilidade das vias, distância de isolamentos dos trios, bem como itens de segurança contra incêndio e pânico.
Blocos com público superior a 10 mil pessoas passam por vistorias na concentração. Nos eventos acima de 50 mil foliões, bombeiros militares assumem a coordenação das brigadas, gerenciando equipes de saúde e o fluxo de ambulâncias. Nos blocos com mais de 100 mil pessoas, haverá monitoramento aéreo das aglomerações, repassando situações de risco em tempo real para bombeiros militares, estrategicamente posicionados no Posto de Comando e nos trios.
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