Cerca de 1,6 mil clientes da Cemig seguem sem energia em BH após temporal
Regiões Noroeste, Pampulha e Leste concentram os principais pontos de interrupção; companhia prevê normalização gradual do serviço ao longo desta sexta-feira (6)

Cerca de 1,6 mil unidades consumidoras continuam sem energia elétrica em Belo Horizonte na manhã desta sexta-feira (6), após o temporal que atingiu a capital mineira na quinta (5). Segundo a Cemig, as regiões Noroeste, Pampulha e Leste concentram os principais pontos de interrupção, mas há ocorrências espalhadas por outras áreas da cidade. A companhia não detalhou quais bairros são afetados.
De acordo com a Cemig, as equipes continuam trabalhando para restabelecer o fornecimento de energia. A previsão é que a normalização ocorra gradualmente ao longo desta sexta-feira.
Na quinta-feira (5), 26,9 mil clientes ficaram sem luz após o temporal. Na ocasião, a companhia informou que quedas de árvores e objetos lançados contra a rede elétrica provocaram danos à estrutura de distribuição.
"A Cemig reforça que, caso algum cliente relate interrupção, a orientação é acionar a companhia pelos canais de atendimento, como o telefone 116 e o app Cemig Atende, para formalizar solicitação de atendimento. Dessa forma, uma equipe poderá ser direcionada ao local para verificação", escreveu a companhia.
Desabamento de casa deixa 32 desabrigados
Um conjunto de casas foi interditado na rua Benjamin Fraga, no bairro Nazaré, na região Nordeste de Belo Horizonte, após o desabamento de uma edificação na noite dessa quinta-feira (5). A estrutura cedeu durante o temporal que atingiu a capital. Ao todo, 32 pessoas ficaram desabrigadas.
Segundo a Defesa Civil, houve o desabamento parcial de uma edificação composta por barracões interligados. A queda provocou o carreamento de materiais para a calçada e a via pública, oferecendo riscos à segurança de pedestres e motoristas.
"Não houve registro de vítimas. Entretanto, 32 pessoas, pertencentes a aproximadamente 11 grupos familiares, precisaram deixar preventivamente os imóveis, em razão do risco de colapso total da estrutura", detalhou a Defesa Civil.
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